Sistemas · Sob medida

Sistemas sob medida para operações que não cabem em produto de prateleira.

Ferramentas web modeladas no processo real do seu time — sem forçar a operação a adaptar-se a template genérico. UX específica, integração com o stack existente e evolução contínua.

Padrões de engenharia

8–12
Semanas até o primeiro MVP em produção
100%
Código-fonte entregue ao cliente
REST
APIs abertas para o resto do stack
CI/CD
Deploy contínuo com ambiente de staging
Por que sob medida

Quando o SaaS de mercado exige planilha paralela, macro de Excel ou treinamento longo para cada novo colaborador entender, o software deixou de servir. Sistema sob medida elimina o remendo — não porque é mais caro, mas porque foi desenhado para o fluxo verdadeiro.

Problemas que resolvemos

Sintomas recorrentes que aparecem quando a operação cresce mais rápido que o software que a sustenta.

Planilha paralela sustentando processo crítico
Sistema legado que trava evolução
Retrabalho entre setores por falta de sistema comum
Onboarding de colaborador exige treinamento longo
UX genérica exige clique demais para tarefa repetitiva
Regra de negócio codificada em pessoa, não em software

Para quem é

Perfis operacionais onde este tipo de projeto costuma gerar impacto direto no processo.

Operações com processo próprio

Times cujo workflow real não encaixa em produto de prateleira — cada tentativa vira planilha paralela e macro em Excel.

Startups com hipótese de produto

Fundadores validando produto interno que precisa ser transformado em ferramenta operacional escalável.

Empresas com sistemas legados

Software antigo em Delphi, Access, PHP legado ou VBA que trava evolução e não fala com o resto do stack.

Áreas específicas dentro de uma corporação

TI central lenta demais para atender demanda de um setor — ferramenta interna feita fora do backlog corporativo.

Consultorias e escritórios técnicos

Engenharia, contabilidade, jurídico, arquitetura — atividades onde o processo é o produto.

Por que sistemas prontos falham

O comparativo abaixo mostra onde plataformas genéricas quebram e onde a Tavares Design entrega diferente.

Ponto de partida
Configurar template genérico e adaptar processo
Modelar o processo real e construir para ele
Regras específicas
Preso em planilha paralela ou macro
Codificadas no núcleo do sistema, com teste
UX
Formulários genéricos, campos sobrando
Interface desenhada para o fluxo real do operador
Integração com o resto
Ilha de dado — export CSV manual
APIs REST e webhooks conectando ao stack
Evolução
Presa em customização paga por hora
Sprints quinzenais com backlog do cliente
Propriedade
Licença do fornecedor
Código, banco e infra do cliente

Módulos típicos deste tipo de projeto

Escopo variável, mas o núcleo abaixo aparece na maioria das entregas.

Modelagem de domínio

Entidades, estados, transições e regras codificadas no núcleo — não em planilha paralela.

UX operacional

Interface desenhada para o operador que executa a função dez vezes por dia, com atalhos e menor cognição.

Permissões e roles

RBAC granular por módulo, aprovação em duas etapas quando necessário e trilha de auditoria.

Integração com o stack

APIs REST para conectar a ERP, CRM, ferramentas de dado e sistemas legados existentes.

Fluxos e automações

Workflow interno que dispara e-mail, WhatsApp, evento ou próxima etapa sem intervenção manual.

Multi-usuário em tempo real

Colaboração simultânea com bloqueio otimista, versionamento e histórico de alteração.

Exportação e relatórios

Saída em CSV, PDF e Excel, além de dashboards prontos para acompanhamento executivo.

Auditoria completa

Log imutável de cada movimento sensível — quem alterou, quando, valor anterior e novo.

API do próprio sistema

REST versionada e webhooks para o sistema virar peça de arquitetura maior no futuro.

Ensaio técnico

Como pensamos um sistema sob medida

Sistema sob medida não é sinônimo de sistema caro. É sinônimo de sistema que espelha o processo real da empresa — sem adaptar operação a produto genérico, sem pagar customização para forçar encaixe. Quando o software é modelado no fluxo verdadeiro do time, uso vira automático, treinamento cai e adoção não depende de manual.

Nosso ponto de partida é sempre mapear o processo com quem executa. Não com o gerente que descreve o que gostaria que fosse, mas com o operador que sabe cada exceção real. Desse mapeamento sai a modelagem de domínio — entidades, estados, transições, regras — que vira o esquema do banco e a espinha da aplicação.

MVP em 8–12 semanas, evolução em sprints

Entregamos o núcleo funcional em produção em 8–12 semanas. A partir daí, sprints quinzenais evoluem o produto com backlog priorizado pelo cliente — não por release semestral genérico.

UX modelada para o fluxo real

Cada tela é desenhada para reduzir clique e cognição do operador que usa aquela função dez vezes por dia. Nada de formulário genérico com 40 campos opcionais.

Ensaio técnico

Quando faz sentido substituir produto de prateleira

Nem toda empresa precisa de sistema sob medida. Se o processo é padrão de mercado, produto SaaS resolve com custo menor. O gatilho para sob medida aparece quando a operação começa a construir planilha paralela, macro em Excel, integração manual entre dois SaaS ou treinamento extenso para forçar uso do produto — sinais claros de que a ferramenta não serve.

Nesse ponto, o custo de continuar remendando produto genérico supera o custo de construir o certo. Nosso trabalho é chegar rápido a esse cálculo com o cliente — mapeando processo, sistemas atuais, gargalos e volume — e desenhar o mínimo viável que substitui a bagunça atual.

Diagnóstico antes da proposta

Antes de propor arquitetura ou preço, fazemos diagnóstico de processo com o cliente. Se produto de prateleira resolve, dizemos. Se não resolve, provamos por que — e desenhamos o escopo mínimo do sistema que substitui.

Substituição gradual de legado

Sistemas em Delphi, Access e PHP antigo saem em fases. Rodamos legado e novo em paralelo, migramos módulo por módulo, e cortamos o legado quando o novo já atende. Sem big bang.

Stack tipicamente utilizada
  • React
  • TypeScript
  • Node.js
  • PostgreSQL
  • Docker
  • AWS
  • REST APIs
  • CI/CD
  • Playwright

Integrações comuns

  • ERPs de mercado (TOTVS, SAP, Sankhya)
  • CRMs (HubSpot, Salesforce, Pipedrive)
  • Sistemas legados (Delphi, Access, PHP)
  • Gateways de pagamento (Stripe, Pagar.me)
  • SSO (Google, Microsoft, SAML)
  • E-mail transacional (Resend, Sendgrid)
  • WhatsApp Cloud API oficial
  • Ferramentas de dado (Metabase, Power BI)

Como um projeto acontece

01

Diagnóstico

Mapeamento do processo real com quem executa — não com quem descreve.

02

Arquitetura

Modelagem de domínio, escolha de stack e ADRs definindo decisões críticas.

03

Desenvolvimento

Sprints quinzenais em staging, com CI/CD, revisão de código e demo semanal.

04

Implantação

Migração faseada, treinamento operacional e go-live acompanhado pela engenharia.

05

Evolução contínua

Sustentação com SLA, backlog do cliente e evolução em sprints estáveis.

Cases relacionados

Projetos que a Tavares Design entregou dentro dessa mesma linha de trabalho.

Sistemas · Operação

Plataforma interna de operação

Substituição de planilhas e macros por sistema web integrado ao ERP, com workflow do time.

Sistemas · Consultoria

Ferramenta para consultoria técnica

Sistema sob medida para gestão de projeto, apontamento e faturamento por hora.

Sistemas · Modernização

Modernização de legado Delphi

Substituição gradual de sistema em Delphi por aplicação web com API aberta e integração.

Diferenciais Tavares Design

Como entregamos software de nível enterprise sem virar refém de plataforma fechada.

Código próprio — repositório entregue no fim do projeto
Arquitetura pensada para escalar desde o dia 1
Performance monitorada (Core Web Vitals e backend)
Segurança por padrão — RBAC, MFA e auditoria
APIs REST abertas para integração futura
UX específica ao fluxo real do operador
SEO técnico e acessibilidade WCAG AA
Compatível com LGPD desde o modelo do banco
Sustentação com SLA e roadmap contínuo
Sem vendor lock-in em plataforma proprietária

Perguntas frequentes

Quando vale a pena investir em sistema sob medida?+

Quando o time já mantém planilha paralela, macro de Excel ou integração manual entre dois SaaS para fazer o processo funcionar. Esses sintomas indicam que o produto de prateleira já não serve — e o custo de continuar remendando supera o de construir o certo.

Qual é o prazo típico do primeiro MVP?+

Entre 8 e 12 semanas para o núcleo funcional em produção, dependendo de integrações e complexidade de domínio. A partir daí evoluímos em sprints quinzenais, com backlog priorizado pelo cliente.

Como funciona a substituição de sistema legado?+

Rodamos legado e novo em paralelo. Migramos módulo por módulo, validamos com o time operacional e desligamos o legado quando o novo já atende. Sem big bang — sem risco de derrubar a operação.

Vocês entregam o código-fonte?+

Sim. Repositório Git, documentação técnica, ADRs, pipeline de CI/CD e ambiente de staging vão para o cliente ao fim do projeto. Sem vendor lock-in.

Quais tecnologias vocês usam?+

React, TypeScript, Node.js, PostgreSQL como base. Docker e AWS/GCP para infra. Sempre stack aberta e ecossistema com talento disponível — nada de tecnologia proprietária que trave o cliente no futuro.

E se o processo mudar depois do go-live?+

Espera-se que mude. O contrato de sustentação prevê evolução em sprints. Adaptar sistema a novo processo é o valor real — não custo extra imprevisto.

Descubra se sistema sob medida é a resposta certa.

Fazemos um diagnóstico gratuito do seu processo atual. Se produto de prateleira resolve, dizemos. Se não, desenhamos o escopo mínimo que substitui a bagunça atual.