Como pensamos APIs que aguentam produção
API não é endpoint — é contrato. Toda vez que um sistema depende de outro, a fronteira entre eles é a superfície mais crítica da arquitetura. Se a API muda sem aviso, quem consome quebra em produção; se o contrato é ambíguo, cada integrador implementa diferente; se não tem sandbox, todo teste é feito em produção. Custo de manutenção explode.
Nossa abordagem trata API como produto interno: contrato em OpenAPI 3.1 versionado, sandbox isolado com dado fake, SDK gerado automaticamente, log estruturado por chamada, alerta ativo sobre latência e taxa de erro. Consumidor interno ou externo entra confiando — e continua confiando após a próxima release.
Idempotência em toda escrita crítica
Toda requisição de escrita aceita chave de idempotência. Retry por falha de rede não duplica pedido, cobrança ou envio. Sem isso, integração não é confiável.
Webhooks como contrato bidirecional
Webhook é uma API reversa. Assinamos com HMAC, replayamos em caso de falha, entregamos com retry exponencial e log de tentativa. Consumidor tem sandbox para receber e testar.